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Wire Festival

 

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Dar música aos portugueses é coisa que já estou habituado! Mas é bom quando sentimos que o nosso trabalho, o dos artistas nacionais, é cada vez mais reconhecido e valorizado!

De 3 a 7 de Outubro o Moullinex, os Beatbombers, o Overule, o André Henriques e eu vamos dar música a todos os que queiram aparecer para curtir o Sunset!

Quem ouve André Henriques sabe que a mais bonita das viagens se faz entre recordações surpreendentes e um fechar de olhos que antecipa o mais melódico dos futuros. Quando era miúdo dormia sob prateleiras de discos e em noites de insónia preferia contar capas de vinil em vez de carneiros.

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Moullinex é o alter ego do produtor, dj e multi-instrumentista português Luís Clara Gomes. Depois de se estabelecer como um dos principais artistas de discoteca, com vários hits underground como ‘Take My Pain Away’ e ‘Maniac’, remixes de bandas como Røyksopp, Cut Copy e Two Door Cinema Club, e fundando sua própria gravadora Discotexas ao lado de Xinobi, criou um novo álbum em 2017, depois de dois álbuns aclamados pela crítica, ‘Flora’ (2012) e ‘Elsewhere’ (2015).

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Moullinex é o alter ego do produtor, dj e multi-instrumentista português Luís Clara Gomes. Depois de se estabelecer como um dos principais artistas de discoteca, com vários hits underground como ‘Take My Pain Away’ e ‘Maniac’, remixes de bandas como Røyksopp, Cut Copy e Two Door Cinema Club, e fundando sua própria gravadora Discotexas ao lado de Xinobi, criou um novo álbum em 2017, depois de dois álbuns aclamados pela crítica, ‘Flora’ (2012) e ‘Elsewhere’ (2015).

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Deejay Kamala é uma das referências máximas do Dj’ing nacional.
É o único artista com curadorias nos 2 principais festivais em Portugal (considerados pela critica especializada como estando entre os melhores do mundo) Nos Alive & Rock In Rio. É o primeiro Dj a apresentar um espectáculo em nome próprio na mais emblemática sala do País: Coliseu de Lisboa.

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Poucos são os palcos e clubs nacionais que Bruno Castro (Dj Overule) não terá ainda pisado. Aficionado coleccionador de discos, de credenciais de eventos e festivais, de prémios e nomeações de melhor dj (2004) e dj revelação (2003).

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Poucos são os palcos e clubs nacionais que Bruno Castro (Dj Overule) não terá ainda pisado. Aficionado coleccionador de discos, de credenciais de eventos e festivais, de prémios e nomeações de melhor dj (2004) e dj revelação (2003).

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Os Beatbombers de DJ Ride e Stereoossauro, campeões do mundo pela IDA, apresentam-se como “gira-disquistas e nerds dos beats capazes de rockar qualquer festa”. E isso, de forma muito clara, resume-os bem: estes rapazes gostam de explorar as potencialidades do gira-discos enquanto instrumento musical, passam incontáveis horas no estúdio a aprimorar a arte de criar batidas, mas também não perdem oportunidade de sair e rockar multidões de todos os tamanhos, em clubes ou em festivais. Nada os faz temer.

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Quem ouve André Henriques sabe que a mais bonita das viagens se faz entre recordações surpreendentes e um fechar de olhos que antecipa o mais melódico dos futuros. Quando era miúdo dormia sob prateleiras de discos e em noites de insónia preferia contar capas de vinil em vez de carneiros.
Se podemos afirmar que essas mesmas referências lhe moldaram o gosto, foram também esses marcos musicais os responsáveis pela incessante busca dos congéneres atuais.
E sobem-se os BPM´s, quando a pista de dança assim o pede, sem que a música perca a característica cristalina, sem que se perca o fio condutor passaporte dessa viagem única.
André Henriques já pisou o Coliseu, foi visto a bordo do Groove Boat, no Creamfields, no Super Bock Super Rock e até no Sumol Summer Fest. As montanhas Suíças também já chamaram por ele, bem como os jardins do Out Jazz.
As referências podiam ser suficientes, mas a elas juntam-se outras como a presença no Coliseu na abertura do concerto de Mika e as primeiras partes de prestações como as de Alicia Keys e Miley Cyrus na Altice Arena. As capas da Academia foram-lhe entregues aquando a presença na Queima e Latada de Coimbra. Há poucas palavras que possam descrever a sua passagem pelo RFM Somni.

a bordo do Groove Boat, no Creamfields, no Super Bock Super Rock e até no Sumol Summer Fest. As montanhas Suíças também já chamaram por ele, bem como os jardins do Out Jazz.
As referências podiam ser suficientes, mas a elas juntam-se outras como a presença no Coliseu na abertura do concerto de Mika e as primeiras partes de prestações como as de Alicia Keys e Miley Cyrus na Altice Arena. As capas da Academia foram-lhe entregues aquando a presença na Queima e Latada de Coimbra. Há poucas palavras que possam descrever a sua passagem pelo RFM Somni.

Moullinex é o alter ego do produtor, dj e multi-instrumentista português Luís Clara Gomes. Depois de se estabelecer como um dos principais artistas de discoteca, com vários hits underground como 'Take My Pain Away' e 'Maniac', remixes de bandas como Røyksopp, Cut Copy e Two Door Cinema Club, e fundando sua própria gravadora Discotexas ao lado de Xinobi, criou um novo álbum em 2017, depois de dois álbuns aclamados pela crítica, 'Flora' (2012) e 'Elsewhere' (2015). O terceiro álbum de estúdio do Moullinex, "Hypersex", é uma celebração coletiva da cultura do clube, abraçando o amor universal da música: não importa de onde você vem, quem você é e quem você escolhe amar.

Moullinex é o alter ego do produtor, dj e multi-instrumentista português Luís Clara Gomes. Depois de se estabelecer como um dos principais artistas de discoteca, com vários hits underground como 'Take My Pain Away' e 'Maniac', remixes de bandas como Røyksopp, Cut Copy e Two Door Cinema Club, e fundando sua própria gravadora Discotexas ao lado de Xinobi, criou um novo álbum em 2017, depois de dois álbuns aclamados pela crítica, 'Flora' (2012) e 'Elsewhere' (2015). O terceiro álbum de estúdio do Moullinex, "Hypersex", é uma celebração coletiva da cultura do clube, abraçando o amor universal da música: não importa de onde você vem, quem você é e quem você escolhe amar.

Deejay Kamala é uma das referências máximas do Dj’ing nacional.
É o único artista com curadorias nos 2 principais festivais em Portugal (considerados pela critica especializada como estando entre os melhores do mundo) Nos Alive & Rock In Rio. É o primeiro Dj a apresentar um espectáculo em nome próprio na mais emblemática sala do País: Coliseu de Lisboa.
Isto é só o prefácio de uma carreira de 20 anos, que conta com passagens por vários países - Brasil, Angola, Holanda, Espanha - e partilha de palcos com alguns dos melhores artistas nacionais - Boss Ac, Sam The Kid, HMB, Expensive Soul, Regula, Valete, Richie Campbell, Agir - e internacionais - Steve Aoki, Rita Ora, Tiefschwartz, De La soul, Afrika Bambaataa - entre tantos outros.
É criador e mentor dos clubes Radio-Hotel & Bosq, além do conceito urbano “Sweet” e do inovador Dj Kamala 360 (uma festa privada em Lisboa para o Mundo).
Com dois pratos e uma mesa de mistura, Deejay Kamala faz do Hip-Hop o ponto de partida para uma viagem de música e festa sem barreiras de estilo.

Poucos são os palcos e clubs nacionais que Bruno Castro (Dj Overule) não terá ainda pisado. Aficionado coleccionador de discos, de credenciais de eventos e festivais, de prémios e nomeações de melhor dj (2004) e dj revelação (2003). O seu trabalho foi já várias vezes destacado pelos media e chegou até às capas das melhores revistas do meio. Reconhecido em Portugal e além-fronteiras, é requisitado com frequência pelos melhores clubs do género e faz regularmente várias Tours pela Europa (Espanha, França, Bélgica, Suiça, Alemanha) Marrocos, Estados Unidos da América e Canadá. Com uma média anual de 150 shows/gigs é possivelmente o Dj que mais “toca” em terras lusas.

Mentor do Pump Up The Volume Radio Show, programa da sua autoria que conta com quase 10 anos de antena. Actualmente é difundido ás quintas pelas 00h. na Rádio Nova Era (Grande Porto), tendo passado anteriormente por outras Rádios Nacionais. É também difundido mensalmente para todo mundo via Podcast, com uma média mensal de mais de 10.000 ouvintes. Recebeu recentemente um prestigiado destaque pela loja do Itunes como um dos Podcast´s mais “Relevantes”.

Como dj e produtor esteve envolvido em inúmeros projectos musicais, de destacar o MegaHit “Ritmo do meu flow” com os Flow212 (2008), o jingle para a campanha publicitária da TMN “Até já” ao lado de Junior e NewMax (Expensive Soul) (2005) e ainda com o seu primeiro projecto 7pm (2002) vencedores dos Prémios Maqueta nesse ano.

Já foi requisitado e colaborou com diversas empresas e marcas nos seus eventos de destacar: MTV, Adidas, Reebok, TMN, Marlboro, Ecko Unltd, Malibu, entre outras.

Tecnicamente dotado, utiliza frequentemente técnicas de turntablism como complemento dos seus shows, mas a sua verdadeira destreza vem da mestria com que cruza os mais variados estilos musicais (Electrónica das mais variadas formas, Hip Hop, Rnb, Reggae/Dancehall, Trap/Twerk, Dubstep, Drum&Bass) com a maior naturalidade nos seus gira-discos,

Em suma estas linhas acabam por ser escassas para escrever todo o seu percurso e carreira. Mas para Overule tudo isso foi apenas o início da longa jornada musical que é a sua vida.

Poucos são os palcos e clubs nacionais que Bruno Castro (Dj Overule) não terá ainda pisado. Aficionado coleccionador de discos, de credenciais de eventos e festivais, de prémios e nomeações de melhor dj (2004) e dj revelação (2003). O seu trabalho foi já várias vezes destacado pelos media e chegou até às capas das melhores revistas do meio. Reconhecido em Portugal e além-fronteiras, é requisitado com frequência pelos melhores clubs do género e faz regularmente várias Tours pela Europa (Espanha, França, Bélgica, Suiça, Alemanha) Marrocos, Estados Unidos da América e Canadá. Com uma média anual de 150 shows/gigs é possivelmente o Dj que mais “toca” em terras lusas.

Mentor do Pump Up The Volume Radio Show, programa da sua autoria que conta com quase 10 anos de antena. Actualmente é difundido ás quintas pelas 00h. na Rádio Nova Era (Grande Porto), tendo passado anteriormente por outras Rádios Nacionais. É também difundido mensalmente para todo mundo via Podcast, com uma média mensal de mais de 10.000 ouvintes. Recebeu recentemente um prestigiado destaque pela loja do Itunes como um dos Podcast´s mais “Relevantes”.

Como dj e produtor esteve envolvido em inúmeros projectos musicais, de destacar o MegaHit “Ritmo do meu flow” com os Flow212 (2008), o jingle para a campanha publicitária da TMN “Até já” ao lado de Junior e NewMax (Expensive Soul) (2005) e ainda com o seu primeiro projecto 7pm (2002) vencedores dos Prémios Maqueta nesse ano.

Já foi requisitado e colaborou com diversas empresas e marcas nos seus eventos de destacar: MTV, Adidas, Reebok, TMN, Marlboro, Ecko Unltd, Malibu, entre outras.

Tecnicamente dotado, utiliza frequentemente técnicas de turntablism como complemento dos seus shows, mas a sua verdadeira destreza vem da mestria com que cruza os mais variados estilos musicais (Electrónica das mais variadas formas, Hip Hop, Rnb, Reggae/Dancehall, Trap/Twerk, Dubstep, Drum&Bass) com a maior naturalidade nos seus gira-discos,

Em suma estas linhas acabam por ser escassas para escrever todo o seu percurso e carreira. Mas para Overule tudo isso foi apenas o início da longa jornada musical que é a sua vida.

Os Beatbombers de DJ Ride e Stereoossauro, campeões do mundo pela IDA, apresentam-se como “gira-disquistas e nerds dos beats capazes de rockar qualquer festa”. E isso, de forma muito clara, resume-os bem: estes rapazes gostam de explorar as potencialidades do gira-discos enquanto instrumento musical, passam incontáveis horas no estúdio a aprimorar a arte de criar batidas, mas também não perdem oportunidade de sair e rockar multidões de todos os tamanhos, em clubes ou em festivais. Nada os faz temer.

O ano passado, DJ Ride assinalou uma década volvida sobre a edição de Turntable Food, o seu álbum de estreia, que foi também o primeiro momento em que o nome Beatbombers surgiu numa faixa. Um monstro de duas cabeças e quatro mãos, ambos produtores completos e DJs que, quando combinam as suas forças, são mais do que a soma das partes. Já conquistaram juntos dos títulos mundiais da IDA, conseguiram aplauso de público e crítica dentro e fora de portas e aproveitaram a sua arte e visibilidade para incorporar marcas da sua identidade cultural na música que fazem.

Em 2017, o duo editou finalmente o seu álbum de estreia, depois de já terem lançado em vinil um disco com ferramentas sonoras para scratch e muitas outras bombas digitais ao longo dos anos. Com artwork de Vhils e a colaboração de artistas portugueses como Slow J, Phoenix RDC, Fuse, Razat, Supa Squad, Holly, Maze ou os Bass Brothers, eles assinaram um dos registos do ano que conta ainda com as lendas internacionais do DJing DJ Kentaro e D-Styles, duas verdadeiras referências para o duo.

Tudo isso valeu-lhes serem escolhidos para momentos importantes: assinaram a banda sonora do vídeo que apresenta Portugal como país anfitrião do Festival Eurovisão da Canção e também foi deles o “score” que acompanhou o espectáculo de fogo de artifício que saudou a chegada de 2018 no Terreiro do Paço, em Lisboa. Agora estão prontos para enfrentar 2018, com mais música, mais bombas rítmicas, mais conquistas, mais desafios impostos a si mesmos: porque os Beatbombers não sabem estar quietos.

Quem ouve André Henriques sabe que a mais bonita das viagens se faz entre recordações surpreendentes e um fechar de olhos que antecipa o mais melódico dos futuros. Quando era miúdo dormia sob prateleiras de discos e em noites de insónia preferia contar capas de vinil em vez de carneiros.
Se podemos afirmar que essas mesmas referências lhe moldaram o gosto, foram também esses marcos musicais os responsáveis pela incessante busca dos congéneres atuais.
E sobem-se os BPM´s, quando a pista de dança assim o pede, sem que a música perca a característica cristalina, sem que se perca o fio condutor passaporte dessa viagem única.
André Henriques já pisou o Coliseu, foi visto a bordo do Groove Boat, no Creamfields, no Super Bock Super Rock e até no Sumol Summer Fest. As montanhas Suíças também já chamaram por ele, bem como os jardins do Out Jazz.
As referências podiam ser suficientes, mas a elas juntam-se outras como a presença no Coliseu na abertura do concerto de Mika e as primeiras partes de prestações como as de Alicia Keys e Miley Cyrus na Altice Arena. As capas da Academia foram-lhe entregues aquando a presença na Queima e Latada de Coimbra. Há poucas palavras que possam descrever a sua passagem pelo RFM Somni.

a bordo do Groove Boat, no Creamfields, no Super Bock Super Rock e até no Sumol Summer Fest. As montanhas Suíças também já chamaram por ele, bem como os jardins do Out Jazz.
As referências podiam ser suficientes, mas a elas juntam-se outras como a presença no Coliseu na abertura do concerto de Mika e as primeiras partes de prestações como as de Alicia Keys e Miley Cyrus na Altice Arena. As capas da Academia foram-lhe entregues aquando a presença na Queima e Latada de Coimbra. Há poucas palavras que possam descrever a sua passagem pelo RFM Somni.

Moullinex é o alter ego do produtor, dj e multi-instrumentista português Luís Clara Gomes. Depois de se estabelecer como um dos principais artistas de discoteca, com vários hits underground como 'Take My Pain Away' e 'Maniac', remixes de bandas como Røyksopp, Cut Copy e Two Door Cinema Club, e fundando sua própria gravadora Discotexas ao lado de Xinobi, criou um novo álbum em 2017, depois de dois álbuns aclamados pela crítica, 'Flora' (2012) e 'Elsewhere' (2015). O terceiro álbum de estúdio do Moullinex, "Hypersex", é uma celebração coletiva da cultura do clube, abraçando o amor universal da música: não importa de onde você vem, quem você é e quem você escolhe amar.

Moullinex é o alter ego do produtor, dj e multi-instrumentista português Luís Clara Gomes. Depois de se estabelecer como um dos principais artistas de discoteca, com vários hits underground como 'Take My Pain Away' e 'Maniac', remixes de bandas como Røyksopp, Cut Copy e Two Door Cinema Club, e fundando sua própria gravadora Discotexas ao lado de Xinobi, criou um novo álbum em 2017, depois de dois álbuns aclamados pela crítica, 'Flora' (2012) e 'Elsewhere' (2015). O terceiro álbum de estúdio do Moullinex, "Hypersex", é uma celebração coletiva da cultura do clube, abraçando o amor universal da música: não importa de onde você vem, quem você é e quem você escolhe amar.

Deejay Kamala é uma das referências máximas do Dj’ing nacional.
É o único artista com curadorias nos 2 principais festivais em Portugal (considerados pela critica especializada como estando entre os melhores do mundo) Nos Alive & Rock In Rio. É o primeiro Dj a apresentar um espectáculo em nome próprio na mais emblemática sala do País: Coliseu de Lisboa.
Isto é só o prefácio de uma carreira de 20 anos, que conta com passagens por vários países - Brasil, Angola, Holanda, Espanha - e partilha de palcos com alguns dos melhores artistas nacionais - Boss Ac, Sam The Kid, HMB, Expensive Soul, Regula, Valete, Richie Campbell, Agir - e internacionais - Steve Aoki, Rita Ora, Tiefschwartz, De La soul, Afrika Bambaataa - entre tantos outros.
É criador e mentor dos clubes Radio-Hotel & Bosq, além do conceito urbano “Sweet” e do inovador Dj Kamala 360 (uma festa privada em Lisboa para o Mundo).
Com dois pratos e uma mesa de mistura, Deejay Kamala faz do Hip-Hop o ponto de partida para uma viagem de música e festa sem barreiras de estilo.

Poucos são os palcos e clubs nacionais que Bruno Castro (Dj Overule) não terá ainda pisado. Aficionado coleccionador de discos, de credenciais de eventos e festivais, de prémios e nomeações de melhor dj (2004) e dj revelação (2003). O seu trabalho foi já várias vezes destacado pelos media e chegou até às capas das melhores revistas do meio. Reconhecido em Portugal e além-fronteiras, é requisitado com frequência pelos melhores clubs do género e faz regularmente várias Tours pela Europa (Espanha, França, Bélgica, Suiça, Alemanha) Marrocos, Estados Unidos da América e Canadá. Com uma média anual de 150 shows/gigs é possivelmente o Dj que mais “toca” em terras lusas.

Mentor do Pump Up The Volume Radio Show, programa da sua autoria que conta com quase 10 anos de antena. Actualmente é difundido ás quintas pelas 00h. na Rádio Nova Era (Grande Porto), tendo passado anteriormente por outras Rádios Nacionais. É também difundido mensalmente para todo mundo via Podcast, com uma média mensal de mais de 10.000 ouvintes. Recebeu recentemente um prestigiado destaque pela loja do Itunes como um dos Podcast´s mais “Relevantes”.

Como dj e produtor esteve envolvido em inúmeros projectos musicais, de destacar o MegaHit “Ritmo do meu flow” com os Flow212 (2008), o jingle para a campanha publicitária da TMN “Até já” ao lado de Junior e NewMax (Expensive Soul) (2005) e ainda com o seu primeiro projecto 7pm (2002) vencedores dos Prémios Maqueta nesse ano.

Já foi requisitado e colaborou com diversas empresas e marcas nos seus eventos de destacar: MTV, Adidas, Reebok, TMN, Marlboro, Ecko Unltd, Malibu, entre outras.

Tecnicamente dotado, utiliza frequentemente técnicas de turntablism como complemento dos seus shows, mas a sua verdadeira destreza vem da mestria com que cruza os mais variados estilos musicais (Electrónica das mais variadas formas, Hip Hop, Rnb, Reggae/Dancehall, Trap/Twerk, Dubstep, Drum&Bass) com a maior naturalidade nos seus gira-discos,

Em suma estas linhas acabam por ser escassas para escrever todo o seu percurso e carreira. Mas para Overule tudo isso foi apenas o início da longa jornada musical que é a sua vida.

Poucos são os palcos e clubs nacionais que Bruno Castro (Dj Overule) não terá ainda pisado. Aficionado coleccionador de discos, de credenciais de eventos e festivais, de prémios e nomeações de melhor dj (2004) e dj revelação (2003). O seu trabalho foi já várias vezes destacado pelos media e chegou até às capas das melhores revistas do meio. Reconhecido em Portugal e além-fronteiras, é requisitado com frequência pelos melhores clubs do género e faz regularmente várias Tours pela Europa (Espanha, França, Bélgica, Suiça, Alemanha) Marrocos, Estados Unidos da América e Canadá. Com uma média anual de 150 shows/gigs é possivelmente o Dj que mais “toca” em terras lusas.

Mentor do Pump Up The Volume Radio Show, programa da sua autoria que conta com quase 10 anos de antena. Actualmente é difundido ás quintas pelas 00h. na Rádio Nova Era (Grande Porto), tendo passado anteriormente por outras Rádios Nacionais. É também difundido mensalmente para todo mundo via Podcast, com uma média mensal de mais de 10.000 ouvintes. Recebeu recentemente um prestigiado destaque pela loja do Itunes como um dos Podcast´s mais “Relevantes”.

Como dj e produtor esteve envolvido em inúmeros projectos musicais, de destacar o MegaHit “Ritmo do meu flow” com os Flow212 (2008), o jingle para a campanha publicitária da TMN “Até já” ao lado de Junior e NewMax (Expensive Soul) (2005) e ainda com o seu primeiro projecto 7pm (2002) vencedores dos Prémios Maqueta nesse ano.

Já foi requisitado e colaborou com diversas empresas e marcas nos seus eventos de destacar: MTV, Adidas, Reebok, TMN, Marlboro, Ecko Unltd, Malibu, entre outras.

Tecnicamente dotado, utiliza frequentemente técnicas de turntablism como complemento dos seus shows, mas a sua verdadeira destreza vem da mestria com que cruza os mais variados estilos musicais (Electrónica das mais variadas formas, Hip Hop, Rnb, Reggae/Dancehall, Trap/Twerk, Dubstep, Drum&Bass) com a maior naturalidade nos seus gira-discos,

Em suma estas linhas acabam por ser escassas para escrever todo o seu percurso e carreira. Mas para Overule tudo isso foi apenas o início da longa jornada musical que é a sua vida.

Os Beatbombers de DJ Ride e Stereoossauro, campeões do mundo pela IDA, apresentam-se como “gira-disquistas e nerds dos beats capazes de rockar qualquer festa”. E isso, de forma muito clara, resume-os bem: estes rapazes gostam de explorar as potencialidades do gira-discos enquanto instrumento musical, passam incontáveis horas no estúdio a aprimorar a arte de criar batidas, mas também não perdem oportunidade de sair e rockar multidões de todos os tamanhos, em clubes ou em festivais. Nada os faz temer.

O ano passado, DJ Ride assinalou uma década volvida sobre a edição de Turntable Food, o seu álbum de estreia, que foi também o primeiro momento em que o nome Beatbombers surgiu numa faixa. Um monstro de duas cabeças e quatro mãos, ambos produtores completos e DJs que, quando combinam as suas forças, são mais do que a soma das partes. Já conquistaram juntos dos títulos mundiais da IDA, conseguiram aplauso de público e crítica dentro e fora de portas e aproveitaram a sua arte e visibilidade para incorporar marcas da sua identidade cultural na música que fazem.

Em 2017, o duo editou finalmente o seu álbum de estreia, depois de já terem lançado em vinil um disco com ferramentas sonoras para scratch e muitas outras bombas digitais ao longo dos anos. Com artwork de Vhils e a colaboração de artistas portugueses como Slow J, Phoenix RDC, Fuse, Razat, Supa Squad, Holly, Maze ou os Bass Brothers, eles assinaram um dos registos do ano que conta ainda com as lendas internacionais do DJing DJ Kentaro e D-Styles, duas verdadeiras referências para o duo.

Tudo isso valeu-lhes serem escolhidos para momentos importantes: assinaram a banda sonora do vídeo que apresenta Portugal como país anfitrião do Festival Eurovisão da Canção e também foi deles o “score” que acompanhou o espectáculo de fogo de artifício que saudou a chegada de 2018 no Terreiro do Paço, em Lisboa. Agora estão prontos para enfrentar 2018, com mais música, mais bombas rítmicas, mais conquistas, mais desafios impostos a si mesmos: porque os Beatbombers não sabem estar quietos.