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A escolha de Gonçalo Mar para a curadoria da categoria de Arte na Regata de Portugal não foi por acaso. Tal como não é por acaso o nome que o artista usa para assinar as suas obras – MAR. Aos doze anos já desenhava figuras do seu imaginário, a giz, no alcatrão.

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O apelo era constante, era apenas uma questão de tempo, a interpretação que MAR faz do ambiente que o envolve como artista deve ser pintada …

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Ram é o nome sob o qual o artista Português Miguel Caeiro (n. 1976) tem operado desde que começou a intervir clandestinamente nas ruas em 1997. Precursor do graffiti e arte urbana de cariz experimental, Ram tem trilhado um caminho singular na construção de uma linguagem inteiramente original no mundo da nova estética urbana.

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Ram é o nome sob o qual o artista Português Miguel Caeiro (n. 1976) tem operado desde que começou a intervir clandestinamente nas ruas em 1997. Precursor do graffiti e arte urbana de cariz experimental, Ram tem trilhado um caminho singular na construção de uma linguagem inteiramente original no mundo da nova estética urbana.

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Com mestrado em Arquitectura pela FAUP [2006-13] e membro do RUA Collective [2011], Frederico Draw utiliza latas de spray como se fossem lápis. Ele costuma desenhar rostos anônimos, retratos de pessoas aleatórias em grande escala.

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A arte de Nomen (1974) nasceu nas ruas. Pioneiro do graffiti em Portugal, o universo visual do artista autodidata, que é natural de Angola, tem-se consolidado numa multiplicidade de suportes e registros desde que começou a interagir com o espaço urbano em 1989 – das primeiras incursões ilegais em paredes e comboios, ao trabalho desenvolvido em tela e intervenções murais em grande escala em ambientes expositivos e institucionais.

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A arte de Nomen (1974) nasceu nas ruas. Pioneiro do graffiti em Portugal, o universo visual do artista autodidata, que é natural de Angola, tem-se consolidado numa multiplicidade de suportes e registros desde que começou a interagir com o espaço urbano em 1989 – das primeiras incursões ilegais em paredes e comboios, ao trabalho desenvolvido em tela e intervenções murais em grande escala em ambientes expositivos e institucionais.

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Gustavo Teixeira, também conhecido por ‘mesk’ é ilustrador freelancer licenciado em Artes Digitais e Multimédia desde 2008 pela Esad-Matosinhos. Foi no ano de 2001 que, através do convívio com um amigo, mergulhou no mundo da banda desenhada e dedicou-se mais ao desenho e a experiências relacionadas com Graffiti.

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Tamara Alves (n. 1983) é uma artista e ilustradora Portuguesa que reside atualmente em Lisboa. Licenciou-se em Artes Plásticas (ESAD-IPL) e fez um mestrado em Práticas Artísticas Contemporâneas, onde o assunto da dissertação foi “Ativismo Público em Contexto Urbano”.

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Tamara Alves (n. 1983) é uma artista e ilustradora Portuguesa que reside atualmente em Lisboa. Licenciou-se em Artes Plásticas (ESAD-IPL) e fez um mestrado em Práticas Artísticas Contemporâneas, onde o assunto da dissertação foi “Ativismo Público em Contexto Urbano”.

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The Caver, nascido em Lisboa em 1983, pinta nas ruas desde os seus 15 anos. Em 20 anos de experiência, este artista multi-disciplinar tem desenvolvido trabalho com estilo único, utilizando formas simples e contrastantes numa complexa composição de conteúdo enigmático.

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O trabalho de Third extravasa desde sempre os limites mais enraizados no conceito de arte urbana. A inspiração surge indiscutivelmente do quotidiano, imerso na cultura urbana, porém procura constantemente expressar a sua criatividade para além do graffiti, com forte expressão como ilustrador.

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O trabalho de Third extravasa desde sempre os limites mais enraizados no conceito de arte urbana. A inspiração surge indiscutivelmente do quotidiano, imerso na cultura urbana, porém procura constantemente expressar a sua criatividade para além do graffiti, com forte expressão como ilustrador.

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A escolha de Gonçalo Mar para a curadoria da categoria de Arte na Regata de Portugal não foi por acaso. Tal como não é por acaso o nome que o artista usa para assinar as suas obras – MAR. Aos doze anos já desenhava figuras do seu imaginário, a giz, no alcatrão.

 

Passados anos, a escolha profissional foi natural. Durante o seu percurso académico - é licenciado em Design de Moda pela F.A.L.- concorre ao lugar de desenhador no estúdio de animação português MagicToons. Aqui, em 1998, teve a sua primeira experiência com o Graffiti. Movido por convicções artísticas, MAR procura, desde então, evoluir sempre com e para o Movimento de Graffiti - que se vem desenvolvendo globalmente. Conhecido no meio pelos seus bonecos ou characters, destaca-se pela forma como constrói as suas personagens e ambientes, incutindo-lhes linhas e formas que os tornam únicos.

 

Por entre diversos e extensos trabalhos comissariados de rua, individuais e coletivos, neste momento o objetivo artístico de MAR passa pela exploração de novos espaços urbanos e pela contínua evolução do seu trabalho por diversas áreas no campo visual e gráfico que o graffiti pode oferecer.

Na Regata de Portugal, a Gonçalo Mar irão juntar-se vários outros artistas urbanos que, individualmente, irão criar trabalhos com ligação ao mar. Em breve serão anunciados os nomes dos artistas, assim como mais informações sobre as suas criações.

O apelo era constante, era apenas uma questão de tempo, a interpretação que MAR faz do ambiente que o envolve como artista deve ser pintada …

Aos 12 anos já desenhou figuras de sua imaginação com um pouco de giz no asfalto. Ao longo dos anos, a sua escolha profissional foi natural. Durante seu curso – formou-se em Design de Moda na F.A.L. – ele candidatou-se a um emprego num estúdio de animação português “Magic Toons”, como artista de desenho. É nessa época, em 1998, que ele tem a sua primeira experiência com graffiti. Desde então, movido pelas suas convicções artísticas, Mar busca a constante auto-evolução e o movimento dos grafitis – que está a evoluir globalmente.

Conhecido pelos seus colegas pelas suas personagens, destaca-se pela maneira como constrói os seus personagens e as suas atmosferas, dando-lhes linhas e formas que os tornam únicos.

Ram é o nome sob o qual o artista Português Miguel Caeiro (n. 1976) tem operado desde que começou a intervir clandestinamente nas ruas em 1997. Precursor do graffiti e arte urbana de cariz experimental, Ram tem trilhado um caminho singular na construção de uma linguagem inteiramente original no mundo da nova estética urbana. As suas explosões energéticas de cor e formas dinâmicas aproximam-se de uma action painting contemporânea impregnada de um visionarismo de raiz psicadélica, numa linha de intensa vitalidade que exprime a construção de realidades etéreas – projeções de um fértil imaginário do sub e inconsciente onde impera a força dinâmica e primeva da natureza.

Natural de Sintra, cresceu na intersecção entre o mundo natural e selvagem e o mundo urbano e civilizado. Com uma predisposição inata para complementar opostos, o seu trabalho reflete a assimilação de ambos na criação de uma visão nova. Uma viagem pelo fantástico que começou com o fascínio pela arqueologia e os mundos perdidos que encontrou eco no seu anseio pela exploração, pela transcendência. Uma fusão de mistério e misticismo, viagem e aventura, expressão gráfica e visual, poesia em movimento. Ram é, aliás, um diminutivo de Ramsés, reflexo desse mesmo gosto pelos mundos antigos e civilizações perdidas. Com o tempo, porém, o nome tornou-se acrónimo, adquirindo um significado e importância que reflete a sua realidade criativa presente com precisão: Rapid Aerosol Movement.

Ram é o nome sob o qual o artista Português Miguel Caeiro (n. 1976) tem operado desde que começou a intervir clandestinamente nas ruas em 1997. Precursor do graffiti e arte urbana de cariz experimental, Ram tem trilhado um caminho singular na construção de uma linguagem inteiramente original no mundo da nova estética urbana. As suas explosões energéticas de cor e formas dinâmicas aproximam-se de uma action painting contemporânea impregnada de um visionarismo de raiz psicadélica, numa linha de intensa vitalidade que exprime a construção de realidades etéreas – projeções de um fértil imaginário do sub e inconsciente onde impera a força dinâmica e primeva da natureza.

Natural de Sintra, cresceu na intersecção entre o mundo natural e selvagem e o mundo urbano e civilizado. Com uma predisposição inata para complementar opostos, o seu trabalho reflete a assimilação de ambos na criação de uma visão nova. Uma viagem pelo fantástico que começou com o fascínio pela arqueologia e os mundos perdidos que encontrou eco no seu anseio pela exploração, pela transcendência. Uma fusão de mistério e misticismo, viagem e aventura, expressão gráfica e visual, poesia em movimento. Ram é, aliás, um diminutivo de Ramsés, reflexo desse mesmo gosto pelos mundos antigos e civilizações perdidas. Com o tempo, porém, o nome tornou-se acrónimo, adquirindo um significado e importância que reflete a sua realidade criativa presente com precisão: Rapid Aerosol Movement.

Com mestrado em Arquitectura pela FAUP [2006-13] e membro do RUA Collective [2011], Frederico Draw utiliza latas de spray como se fossem lápis. Ele costuma desenhar rostos anônimos, retratos de pessoas aleatórias em grande escala. O seu estilo único é caracterizado por um traço inacabado que adiciona lirismo ao assunto. Ele transforma cada superfície num bloco de desenho largo, onde os carvões são substituídos por latas de spray.

O efeito teatral das suas caras vem do olhar extremamente detalhado dos intervenientes, que contrastam com a aspereza do rosto. Draw é também o diretor artístico da PUTRICA (Propostas Urbanas Temporárias de Reação e Intervenção Cultural e Artística), um projeto que utiliza a arte de rua para transformar espaços urbanos vazios em espaços com valor artístico e cultural.

A arte de Nomen (1974) nasceu nas ruas. Pioneiro do graffiti em Portugal, o universo visual do artista autodidata, que é natural de Angola, tem-se consolidado numa multiplicidade de suportes e registros desde que começou a interagir com o espaço urbano em 1989 – das primeiras incursões ilegais em paredes e comboios, ao trabalho desenvolvido em tela e intervenções murais em grande escala em ambientes expositivos e institucionais.

Versátil e prolífico, o auto-denominado “style swinger” é reconhecido pela mestria com que equilibra formas e cores, seja nas elaboradas construções tipográficas que investe de uma dinâmica única, como nas composições e retratos foto-realistas onde explora a depuração dos elementos. O seu trabalho tem sido apresentado em inúmeras exposições, eventos e produções artísticas em Portugal e no estrangeiro.

Atualmente, o seu trabalho, tem sido bastante procurado por empresas, instituições e particulares, que buscam nele uma mais valia e competência artística, capaz de solucionar tarefas de arte mural, em seus espaços ou eventos.

A arte de Nomen (1974) nasceu nas ruas. Pioneiro do graffiti em Portugal, o universo visual do artista autodidata, que é natural de Angola, tem-se consolidado numa multiplicidade de suportes e registros desde que começou a interagir com o espaço urbano em 1989 – das primeiras incursões ilegais em paredes e comboios, ao trabalho desenvolvido em tela e intervenções murais em grande escala em ambientes expositivos e institucionais.

Versátil e prolífico, o auto-denominado “style swinger” é reconhecido pela mestria com que equilibra formas e cores, seja nas elaboradas construções tipográficas que investe de uma dinâmica única, como nas composições e retratos foto-realistas onde explora a depuração dos elementos. O seu trabalho tem sido apresentado em inúmeras exposições, eventos e produções artísticas em Portugal e no estrangeiro.

Atualmente, o seu trabalho, tem sido bastante procurado por empresas, instituições e particulares, que buscam nele uma mais valia e competência artística, capaz de solucionar tarefas de arte mural, em seus espaços ou eventos.

Gustavo Teixeira, também conhecido por ‘mesk’ é ilustrador freelancer licenciado em Artes Digitais e Multimédia desde 2008 pela Esad-Matosinhos. Foi no ano de 2001 que, através do convívio com um amigo, mergulhou no mundo da banda desenhada e dedicou-se mais ao desenho e a experiências relacionadas com Graffiti. No entanto, só em 2004 é que teve o seu primeiro contato mais profundo com a arte urbana.

Nesse mesmo ano ingressou na CMK, a crew onde exercitou e aperfeiçoou a técnica. Em 2005 descobriu o formato digital, mas só em 2006 é que deu os primeiros passos em vetorial com o Freehand, fazendo a passagem para o Illustrator em meados de 2010. Com um estilo vadio e bastante versátil, Mesk gosta de experimentar um pouco de tudo, embora neste preciso momento esteja mais inclinado para a ilustração infantil porque o entusiasmam pelas suas formas fluídas e as cores vivas.

Tamara Alves (n. 1983) é uma artista e ilustradora Portuguesa que reside atualmente em Lisboa. Licenciou-se em Artes Plásticas (ESAD-IPL) e fez um mestrado em Práticas Artísticas Contemporâneas, onde o assunto da dissertação foi “Ativismo Público em Contexto Urbano”. Sempre se interessou por um tipo de arte que é “inserida” no mundo, fascinada pela estética da rua e contexto urbano, Tamara prefere ignorar espaços convencionais tais como galerias ou museus para apresentar o seu trabalho na rua ou em espaços públicos.

No trabalho de Tamara Alves, é representado o panorama erótico de um corpo contemporâneo com esses efeitos de dilatação dos limites que o constituem. Uma paixão bruta, em vez da deliberação racional, um corpo-sem-órgãos, um devir animal, as sensações experimentadas, “esfomeados histéricos nus” (Allen Ginsberg).

Apresentando uma linguagem plástica inspirada na estética urbana, utiliza suportes com características multifacetadas – desenho, pintura, cerâmica ou tatuagem.

Desde 2000 que participa em vários projetos, exposições coletivas e individuais e intervenções de arte urbana.

Tamara Alves (n. 1983) é uma artista e ilustradora Portuguesa que reside atualmente em Lisboa. Licenciou-se em Artes Plásticas (ESAD-IPL) e fez um mestrado em Práticas Artísticas Contemporâneas, onde o assunto da dissertação foi “Ativismo Público em Contexto Urbano”. Sempre se interessou por um tipo de arte que é “inserida” no mundo, fascinada pela estética da rua e contexto urbano, Tamara prefere ignorar espaços convencionais tais como galerias ou museus para apresentar o seu trabalho na rua ou em espaços públicos.

No trabalho de Tamara Alves, é representado o panorama erótico de um corpo contemporâneo com esses efeitos de dilatação dos limites que o constituem. Uma paixão bruta, em vez da deliberação racional, um corpo-sem-órgãos, um devir animal, as sensações experimentadas, “esfomeados histéricos nus” (Allen Ginsberg).

Apresentando uma linguagem plástica inspirada na estética urbana, utiliza suportes com características multifacetadas – desenho, pintura, cerâmica ou tatuagem.

Desde 2000 que participa em vários projetos, exposições coletivas e individuais e intervenções de arte urbana.

The Caver, nascido em Lisboa em 1983, pinta nas ruas desde os seus 15 anos. Em 20 anos de experiência, este artista multi-disciplinar tem desenvolvido trabalho com estilo único, utilizando formas simples e contrastantes numa complexa composição de conteúdo enigmático.

No seu percurso trabalhou como designer, ilustrador e tatuador, trabalhando com grandes marcas e particulares. Apesar de ter dedicado muitos anos a estes ofícios, The Caver confessa que a rua continua a ser o seu escritório preferido, investindo muito do seu tempo em pinturas murais por todo o país e mesmo pelo estrangeiro

O trabalho de Third extravasa desde sempre os limites mais enraizados no conceito de arte urbana. A inspiração surge indiscutivelmente do quotidiano, imerso na cultura urbana, porém procura constantemente expressar a sua criatividade para além do graffiti, com forte expressão como ilustrador.

O seu estilo privilegia a representação de estruturas tridimensionais com um cunho de realismo. Este trabalho resulta do aperfeiçoamento das técnicas de pintura e representação da figura humana, frequentemente caricaturadas, estas representações não deixam de reproduzir imagens que pouco se afastam do desenho realista em termos de composição.

Third defende a busca do seu rumo criativo, da originalidade e da perfeição vendo-se como o único capaz de estabelecer limites à sua expressão, embora o próprio nunca o faça.

O artista persegue a evolução constante e a sua inspiração principal é o quotidiano, retratar as vivências, tendo-se a si mesmo como o centro, o catalisador de toda a inspiração.

O trabalho de Third extravasa desde sempre os limites mais enraizados no conceito de arte urbana. A inspiração surge indiscutivelmente do quotidiano, imerso na cultura urbana, porém procura constantemente expressar a sua criatividade para além do graffiti, com forte expressão como ilustrador.

O seu estilo privilegia a representação de estruturas tridimensionais com um cunho de realismo. Este trabalho resulta do aperfeiçoamento das técnicas de pintura e representação da figura humana, frequentemente caricaturadas, estas representações não deixam de reproduzir imagens que pouco se afastam do desenho realista em termos de composição.

Third defende a busca do seu rumo criativo, da originalidade e da perfeição vendo-se como o único capaz de estabelecer limites à sua expressão, embora o próprio nunca o faça.

O artista persegue a evolução constante e a sua inspiração principal é o quotidiano, retratar as vivências, tendo-se a si mesmo como o centro, o catalisador de toda a inspiração.

 

A escolha de Gonçalo Mar para a curadoria da categoria de Arte na Regata de Portugal não foi por acaso. Tal como não é por acaso o nome que o artista usa para assinar as suas obras – MAR. Aos doze anos já desenhava figuras do seu imaginário, a giz, no alcatrão.

 

Passados anos, a escolha profissional foi natural. Durante o seu percurso académico - é licenciado em Design de Moda pela F.A.L.- concorre ao lugar de desenhador no estúdio de animação português MagicToons. Aqui, em 1998, teve a sua primeira experiência com o Graffiti. Movido por convicções artísticas, MAR procura, desde então, evoluir sempre com e para o Movimento de Graffiti - que se vem desenvolvendo globalmente. Conhecido no meio pelos seus bonecos ou characters, destaca-se pela forma como constrói as suas personagens e ambientes, incutindo-lhes linhas e formas que os tornam únicos.

 

Por entre diversos e extensos trabalhos comissariados de rua, individuais e coletivos, neste momento o objetivo artístico de MAR passa pela exploração de novos espaços urbanos e pela contínua evolução do seu trabalho por diversas áreas no campo visual e gráfico que o graffiti pode oferecer.

Na Regata de Portugal, a Gonçalo Mar irão juntar-se vários outros artistas urbanos que, individualmente, irão criar trabalhos com ligação ao mar. Em breve serão anunciados os nomes dos artistas, assim como mais informações sobre as suas criações.

O apelo era constante, era apenas uma questão de tempo, a interpretação que MAR faz do ambiente que o envolve como artista deve ser pintada …

Aos 12 anos já desenhou figuras de sua imaginação com um pouco de giz no asfalto. Ao longo dos anos, a sua escolha profissional foi natural. Durante seu curso – formou-se em Design de Moda na F.A.L. – ele candidatou-se a um emprego num estúdio de animação português “Magic Toons”, como artista de desenho. É nessa época, em 1998, que ele tem a sua primeira experiência com graffiti. Desde então, movido pelas suas convicções artísticas, Mar busca a constante auto-evolução e o movimento dos grafitis – que está a evoluir globalmente.

Conhecido pelos seus colegas pelas suas personagens, destaca-se pela maneira como constrói os seus personagens e as suas atmosferas, dando-lhes linhas e formas que os tornam únicos.

Ram é o nome sob o qual o artista Português Miguel Caeiro (n. 1976) tem operado desde que começou a intervir clandestinamente nas ruas em 1997. Precursor do graffiti e arte urbana de cariz experimental, Ram tem trilhado um caminho singular na construção de uma linguagem inteiramente original no mundo da nova estética urbana. As suas explosões energéticas de cor e formas dinâmicas aproximam-se de uma action painting contemporânea impregnada de um visionarismo de raiz psicadélica, numa linha de intensa vitalidade que exprime a construção de realidades etéreas – projeções de um fértil imaginário do sub e inconsciente onde impera a força dinâmica e primeva da natureza.

Natural de Sintra, cresceu na intersecção entre o mundo natural e selvagem e o mundo urbano e civilizado. Com uma predisposição inata para complementar opostos, o seu trabalho reflete a assimilação de ambos na criação de uma visão nova. Uma viagem pelo fantástico que começou com o fascínio pela arqueologia e os mundos perdidos que encontrou eco no seu anseio pela exploração, pela transcendência. Uma fusão de mistério e misticismo, viagem e aventura, expressão gráfica e visual, poesia em movimento. Ram é, aliás, um diminutivo de Ramsés, reflexo desse mesmo gosto pelos mundos antigos e civilizações perdidas. Com o tempo, porém, o nome tornou-se acrónimo, adquirindo um significado e importância que reflete a sua realidade criativa presente com precisão: Rapid Aerosol Movement.

Ram é o nome sob o qual o artista Português Miguel Caeiro (n. 1976) tem operado desde que começou a intervir clandestinamente nas ruas em 1997. Precursor do graffiti e arte urbana de cariz experimental, Ram tem trilhado um caminho singular na construção de uma linguagem inteiramente original no mundo da nova estética urbana. As suas explosões energéticas de cor e formas dinâmicas aproximam-se de uma action painting contemporânea impregnada de um visionarismo de raiz psicadélica, numa linha de intensa vitalidade que exprime a construção de realidades etéreas – projeções de um fértil imaginário do sub e inconsciente onde impera a força dinâmica e primeva da natureza.

Natural de Sintra, cresceu na intersecção entre o mundo natural e selvagem e o mundo urbano e civilizado. Com uma predisposição inata para complementar opostos, o seu trabalho reflete a assimilação de ambos na criação de uma visão nova. Uma viagem pelo fantástico que começou com o fascínio pela arqueologia e os mundos perdidos que encontrou eco no seu anseio pela exploração, pela transcendência. Uma fusão de mistério e misticismo, viagem e aventura, expressão gráfica e visual, poesia em movimento. Ram é, aliás, um diminutivo de Ramsés, reflexo desse mesmo gosto pelos mundos antigos e civilizações perdidas. Com o tempo, porém, o nome tornou-se acrónimo, adquirindo um significado e importância que reflete a sua realidade criativa presente com precisão: Rapid Aerosol Movement.

Com mestrado em Arquitectura pela FAUP [2006-13] e membro do RUA Collective [2011], Frederico Draw utiliza latas de spray como se fossem lápis. Ele costuma desenhar rostos anônimos, retratos de pessoas aleatórias em grande escala. O seu estilo único é caracterizado por um traço inacabado que adiciona lirismo ao assunto. Ele transforma cada superfície num bloco de desenho largo, onde os carvões são substituídos por latas de spray.

O efeito teatral das suas caras vem do olhar extremamente detalhado dos intervenientes, que contrastam com a aspereza do rosto. Draw é também o diretor artístico da PUTRICA (Propostas Urbanas Temporárias de Reação e Intervenção Cultural e Artística), um projeto que utiliza a arte de rua para transformar espaços urbanos vazios em espaços com valor artístico e cultural.

A arte de Nomen (1974) nasceu nas ruas. Pioneiro do graffiti em Portugal, o universo visual do artista autodidata, que é natural de Angola, tem-se consolidado numa multiplicidade de suportes e registros desde que começou a interagir com o espaço urbano em 1989 – das primeiras incursões ilegais em paredes e comboios, ao trabalho desenvolvido em tela e intervenções murais em grande escala em ambientes expositivos e institucionais.

Versátil e prolífico, o auto-denominado “style swinger” é reconhecido pela mestria com que equilibra formas e cores, seja nas elaboradas construções tipográficas que investe de uma dinâmica única, como nas composições e retratos foto-realistas onde explora a depuração dos elementos. O seu trabalho tem sido apresentado em inúmeras exposições, eventos e produções artísticas em Portugal e no estrangeiro.

Atualmente, o seu trabalho, tem sido bastante procurado por empresas, instituições e particulares, que buscam nele uma mais valia e competência artística, capaz de solucionar tarefas de arte mural, em seus espaços ou eventos.

A arte de Nomen (1974) nasceu nas ruas. Pioneiro do graffiti em Portugal, o universo visual do artista autodidata, que é natural de Angola, tem-se consolidado numa multiplicidade de suportes e registros desde que começou a interagir com o espaço urbano em 1989 – das primeiras incursões ilegais em paredes e comboios, ao trabalho desenvolvido em tela e intervenções murais em grande escala em ambientes expositivos e institucionais.

Versátil e prolífico, o auto-denominado “style swinger” é reconhecido pela mestria com que equilibra formas e cores, seja nas elaboradas construções tipográficas que investe de uma dinâmica única, como nas composições e retratos foto-realistas onde explora a depuração dos elementos. O seu trabalho tem sido apresentado em inúmeras exposições, eventos e produções artísticas em Portugal e no estrangeiro.

Atualmente, o seu trabalho, tem sido bastante procurado por empresas, instituições e particulares, que buscam nele uma mais valia e competência artística, capaz de solucionar tarefas de arte mural, em seus espaços ou eventos.

Gustavo Teixeira, também conhecido por ‘mesk’ é ilustrador freelancer licenciado em Artes Digitais e Multimédia desde 2008 pela Esad-Matosinhos. Foi no ano de 2001 que, através do convívio com um amigo, mergulhou no mundo da banda desenhada e dedicou-se mais ao desenho e a experiências relacionadas com Graffiti. No entanto, só em 2004 é que teve o seu primeiro contato mais profundo com a arte urbana.

Nesse mesmo ano ingressou na CMK, a crew onde exercitou e aperfeiçoou a técnica. Em 2005 descobriu o formato digital, mas só em 2006 é que deu os primeiros passos em vetorial com o Freehand, fazendo a passagem para o Illustrator em meados de 2010. Com um estilo vadio e bastante versátil, Mesk gosta de experimentar um pouco de tudo, embora neste preciso momento esteja mais inclinado para a ilustração infantil porque o entusiasmam pelas suas formas fluídas e as cores vivas.

Tamara Alves (n. 1983) é uma artista e ilustradora Portuguesa que reside atualmente em Lisboa. Licenciou-se em Artes Plásticas (ESAD-IPL) e fez um mestrado em Práticas Artísticas Contemporâneas, onde o assunto da dissertação foi “Ativismo Público em Contexto Urbano”. Sempre se interessou por um tipo de arte que é “inserida” no mundo, fascinada pela estética da rua e contexto urbano, Tamara prefere ignorar espaços convencionais tais como galerias ou museus para apresentar o seu trabalho na rua ou em espaços públicos.

No trabalho de Tamara Alves, é representado o panorama erótico de um corpo contemporâneo com esses efeitos de dilatação dos limites que o constituem. Uma paixão bruta, em vez da deliberação racional, um corpo-sem-órgãos, um devir animal, as sensações experimentadas, “esfomeados histéricos nus” (Allen Ginsberg).

Apresentando uma linguagem plástica inspirada na estética urbana, utiliza suportes com características multifacetadas – desenho, pintura, cerâmica ou tatuagem.

Desde 2000 que participa em vários projetos, exposições coletivas e individuais e intervenções de arte urbana.

Tamara Alves (n. 1983) é uma artista e ilustradora Portuguesa que reside atualmente em Lisboa. Licenciou-se em Artes Plásticas (ESAD-IPL) e fez um mestrado em Práticas Artísticas Contemporâneas, onde o assunto da dissertação foi “Ativismo Público em Contexto Urbano”. Sempre se interessou por um tipo de arte que é “inserida” no mundo, fascinada pela estética da rua e contexto urbano, Tamara prefere ignorar espaços convencionais tais como galerias ou museus para apresentar o seu trabalho na rua ou em espaços públicos.

No trabalho de Tamara Alves, é representado o panorama erótico de um corpo contemporâneo com esses efeitos de dilatação dos limites que o constituem. Uma paixão bruta, em vez da deliberação racional, um corpo-sem-órgãos, um devir animal, as sensações experimentadas, “esfomeados histéricos nus” (Allen Ginsberg).

Apresentando uma linguagem plástica inspirada na estética urbana, utiliza suportes com características multifacetadas – desenho, pintura, cerâmica ou tatuagem.

Desde 2000 que participa em vários projetos, exposições coletivas e individuais e intervenções de arte urbana.

The Caver, nascido em Lisboa em 1983, pinta nas ruas desde os seus 15 anos. Em 20 anos de experiência, este artista multi-disciplinar tem desenvolvido trabalho com estilo único, utilizando formas simples e contrastantes numa complexa composição de conteúdo enigmático.

No seu percurso trabalhou como designer, ilustrador e tatuador, trabalhando com grandes marcas e particulares. Apesar de ter dedicado muitos anos a estes ofícios, The Caver confessa que a rua continua a ser o seu escritório preferido, investindo muito do seu tempo em pinturas murais por todo o país e mesmo pelo estrangeiro

O trabalho de Third extravasa desde sempre os limites mais enraizados no conceito de arte urbana. A inspiração surge indiscutivelmente do quotidiano, imerso na cultura urbana, porém procura constantemente expressar a sua criatividade para além do graffiti, com forte expressão como ilustrador.

O seu estilo privilegia a representação de estruturas tridimensionais com um cunho de realismo. Este trabalho resulta do aperfeiçoamento das técnicas de pintura e representação da figura humana, frequentemente caricaturadas, estas representações não deixam de reproduzir imagens que pouco se afastam do desenho realista em termos de composição.

Third defende a busca do seu rumo criativo, da originalidade e da perfeição vendo-se como o único capaz de estabelecer limites à sua expressão, embora o próprio nunca o faça.

O artista persegue a evolução constante e a sua inspiração principal é o quotidiano, retratar as vivências, tendo-se a si mesmo como o centro, o catalisador de toda a inspiração.

O trabalho de Third extravasa desde sempre os limites mais enraizados no conceito de arte urbana. A inspiração surge indiscutivelmente do quotidiano, imerso na cultura urbana, porém procura constantemente expressar a sua criatividade para além do graffiti, com forte expressão como ilustrador.

O seu estilo privilegia a representação de estruturas tridimensionais com um cunho de realismo. Este trabalho resulta do aperfeiçoamento das técnicas de pintura e representação da figura humana, frequentemente caricaturadas, estas representações não deixam de reproduzir imagens que pouco se afastam do desenho realista em termos de composição.

Third defende a busca do seu rumo criativo, da originalidade e da perfeição vendo-se como o único capaz de estabelecer limites à sua expressão, embora o próprio nunca o faça.

O artista persegue a evolução constante e a sua inspiração principal é o quotidiano, retratar as vivências, tendo-se a si mesmo como o centro, o catalisador de toda a inspiração.